Duas penas num universo
Fustigaste-me a mioleira até te dizer sim. Porque teríamos ou estaríamos a viver os nossos quotidianos num universo comum. Não interessa qual, talvez por isso tenhamos concordado em quotidianos - sendo aí que se monta o eu e os outros, sem estaticismos mas na continuidade que o é enquanto durarmos.
As apresentações são sempre aborrecidas, mais quando se é tímido. O que de melhor para nos apresentar que aquilo que virá a ser dito ou escrito, sei lá? Encerro o meu início, deixo que termines o post Tenho pouco jeito para estas coisas. Convenceste-me a partilhar contigo este espaço e algumas palavras, depois não te queixes da nulidade que, desconfio, irei ser a cada post que coloque. Até depois.
otag
A tua sorte... o primeiro a ter a palavra. És dono das primeiras linhas de uma criação que não é minha. Foi-nos imposta, eu fiquei-me por te tentar convencer a não irmos separados nos quotidianos que nos deixam sempre um sabor péssimo na boca. Ambos de ressaca, a querer resolver o problema que somos. É melhor bem acompanhados que sós. Motivo por que insisti que percorrêssemos a dois aqueles pesos sem corpo a morar nos quotidianos, na vida de todos os dias.
Amanhã, algures no futuro incerto dos amanhãs, haverá mais. E como tu, embora eu goste de apresentações, digo até depois, até mais logo.
Como tiveste o privilégio de abrir a contagem das frases, eu assino o primeiro post lá para o fim. Tenho que ter algum protagonismo, não deixo que seja só teu. Claro que já assinaste e eu vou fazê-lo como tu. Mas eu sei, foi escrito a dois. A dois para que seja mais fácil.
uaim

